CPI que pede cassação do Prefeito de Palmares foi notícia no JC deste domingo

Na manhã deste domingo, a população palmarense, acordou com a notícia estampada no Jornal do Comércio, sobre pedidos de impeachment de prefeitos de municípios do Estado de Pernambuco, dentre eles está o Prefeito dos Palmares Altair Júnior, que já sofreu no início do ano um processo de cassação, mas conseguiu barrar por força de liminar. Agora  a CPI dos Esportes é quem vem preocupando o chefe do executivo. Terá o prefeito os votos necessários para impedir a abertura do processo de cassação constante no relatório da Vereadora Ray do Quilombo (PSL) no Plenário da Câmara? o mês de agosto promete debates acalorados na câmara de vereadores.

Veja o que publicou o Jornal do Comércio:

Em Palmares, a CPI dos esportes apurou supostas fraudes e irregularidades em convênios e contratos celebrados com a liga desportiva. De acordo com a relatora da comissão, vereadora Ray do Quilombo (PSL), o resultado da apuração da investigação foi encaminhado para o Tribunal de Contas do Estado (TCE). “Também foi solicitado no relatório o pedido de abertura de cassação do prefeito e a solicitação do encaminhamento do relatório e das provas que é o processo do relatório”, explica.

Procurada, a Prefeitura de Palmares comentou o assunto por meio de nota. “Todos os atos do Prefeito Municipal de Palmares sempre foram pautados na legalidade, não podendo, de maneira indevida, imputar ao mesmo supostos fatos inexistentes e que, mesmo que existissem, não seriam de responsabilidade do mesmo”, diz um trecho.

Esta não é a primeira CPI enfrentada pelo prefeito Altair Júnior (MDB). Neste  ano, após a conclusão da Comissão que apurou supostas irregularidades cometidas pelo gestor no repasse de pagamentos de empréstimos consignados, o prefeito chegou a ser afastado por 90 dias a pedido da Câmara de Vereadores. Na época, o relator da CPI e autor da proposição de cassação do mandato do prefeito, havia sido o vereador Luciano Júnior (PV). “Quando fiz o pedido de afastamento temporário, eu fiz também o pedido de cassação dele. Aí foi sorteado uma comissão processante, começaram os trabalhos, mas sob liminar ele conseguiu suspender os trabalhos e voltou ao cargo”, explica Luciano sobre o cancelamento da primeira comissão de cassação.

Após o recesso legislativo, os parlamentares votam novamente o pedido de cassação do prefeito e, caso a oposição consiga alavancar os dez votos necessários, uma nova comissão de impeachment é instalada no município.

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